Particularmente, eu considero o The Wall a mais completa obra-prima contemporânea. Letras, música e filme – todos do mais alto nível. Quem se aprofundar nas letras desse álbum vai encontrar talvez o maior tratado sobre a alma humana já realizado sob uma concepção artística.
Sobre The Trial, especificamente…bem…taí a letra:
The Trial
(Pink Floyd)
Good morning, Worm your honor.
The crown will plainly show
The prisoner who now stands before you
Was caught red-handed showing feelings,
Showing feelings of an almost human nature.
This will not do.
Call the schoolmaster!
I always said he’d come to no good
In the end your honor.
If they’d let me have my way I could
Have flayed him into shape.
But my hands were tied,
The bleeding hearts and artists
Let him get away with murder.
Let me hammer him today?
Crazy, toys in the attic I am crazy,
Truly gone fishing
They must have taken my marbles away
(Crazy, toys in the attic he’s crazy)
You little shit you’re in it, now
I hope they throw away the key.
Yer should have talked to me more often
Than you did, but no! You had to go
Your own way, have you broken any
Homes up lately?
Just five minutes, Worm your honor,
Him and me, alone.
Baaaaaaaaaabe!
Come to mother baby,
Let me hold you in my arms.
M’lud I never wanted him ta
Get in any trouble.
Why’d he ever have to leave me?
Worm, your honor, let me take him home.
Crazy,
Over the rainbow, I am crazy,
Bars in the window.
There must have been a door there in the wall when I came in.
(Crazy, over the rainbow, he is crazy)
The evidence before the court is
Incontrovertible, there’s no need for the jury to retire.
In all my years of judging
I have never heard before
Of someone more deserving a
The full penalty of law.
The way you made them suffer,
Your exquisite wife and mother,
Fills me with the urge to defecate!
“Go on Judge, shit on him!”
Since, my friend, you have revealed your deepest fear,
I sentence you to be exposed before
Your peers.
TEAR DOWN THE WALL!
TEAR DOWN THE WALL!
TEAR DOWN THE WALL!
TEAR DOWN THE WALL!
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July 10, 2007 at 7:48 am
Curioso que estava pensando sobre isso há poucos dias assistindo a um show antigo do Pink Floyd.
Apesar do The Wall ser um baita álbum conceitual e ter gerado um belo filme, não são todas as faixa que me capturaram “pra sempre”.
Prefiro muito mais o climão da viagem do Dark Side of the Moon exatamente porque o The Wall parace demais uma viagem muito pessoal do Roger Waters.
Com o Dark Side, a gente (e gente = esse que escreve) se sente menos observador e mais participante da loucura (como em “Us and Them” e “Time”). Apesar de achar “Comfortably Numb” um caso à parte no seu renomado sucessor(e é mesmo, pois essa é do Gilmour rsrs).
Mas, talvez tudo isso seja apenas uma tentativa de fuga da profunda angústia existencial do disco supracitado…
Estaria eu querendo fugir, saltando sobre o “Muro” ? hehehe
July 10, 2007 at 9:37 am
É verdade, mas eu entendo isso como sendo uma característica do CONCEITO do álbum, ou seja, existem faixas que estão ali para representar antes uma “idéia” dentro do contexto das letras do que uma música propriamente dita. Para mim, a maneira “correta” de se avaliar o The Wall é e sempre será como UM TODO, não dá para pensar em faixas “isoladas”.
Bem, isso realmente é verdade.
Boa pergunta, rs.
July 11, 2007 at 12:59 pm
Nossa… quantas e quantas vezes eu cantei essa letra e me entristeci por conta do q acontecia ao personagem?
Muito emotiva essa bidina.
Vem cá?!
Vc não vai mais comentar lá no blog não??
Nem prá me zoar, me mandar tomar no … em qualquer canto, discordar??
Porra!
July 12, 2007 at 10:07 am
Pq se entristecer? Na verdade, o que acontece com o personagem é que o seu “muro” é derrubado…e o q ocorre depois simplesmente não é dito. Por isso que eu penso que o The Wall é o maior tratado sobre a natureza humana já concebido artisticamente. No fundo, ele fala sobre traumas e complexos e EVOLUÇÃO de uma personalidade dentro desse contexto. Obviamente, enquanto “ovelha-negra-da-família-assumida”, eu sempre encontrei similaridades entre coisas pelas quais eu passei e coisas pelas quais o personagem passou…o que só me faz gostar do álbum ainda mais.
Sobre o blog, eu não tenho passado lá por pura falta de tempo, a herdeira tá meio doentinha essa semana, e o tronco aqui no trampo tá foda…vou ver se consigo comentar por lá até o fim de semana.
July 12, 2007 at 12:43 pm
Me entristecia porque o contexto é sofrido.
Ele derruba o muro, mas a custa de muita loucura e sofrimento.
E na época, eu não entendia a grandeza desse sofrimento e ficava com peninha dele.
Queria q o casamento dele tivesse dado certo, q a mãe dele não fosse tão controladora, q ele não tivesse quebrado a TV… essa era minha cabeça da época.
E se não passar lá no blog, vc vai ver meu chinelo voar!!
Finalmente te linkei, não é por nada não, mas é q eu fico com preguiça de mexer nos links. Daí aproveitei e reformei os links todos.
July 12, 2007 at 1:29 pm
E eu ainda nem linkei ninguém…pode deixar que eu passo lá, não precisa jogar o chinelo não, rsrs…mas provavelmente só no sábado, acho q não vou ter tempo antes (se fosse no wordpress ficava mais fácil, já que aqui no trabalho – por enquanto – ele tá liberado, rsrs…).
July 13, 2007 at 5:50 pm
Só aproveitando o espaço para lembrar que hoje é o Dia do Rock (como todos os outros, claro, o são para nós )!!!
LONG LIVE ROCK AND ROLL !!!!!!!!!!
July 13, 2007 at 9:42 pm
LONG LIVE ROCK AND ROLL !!!!!!!!! (2)
A propósito, o Dio é muito foda.
July 14, 2007 at 10:22 pm
Isso aí… Dio é bom pra “diabo” ! huahuahuahua